Jogos Independentes e sua encantabilidade!

 Quem disse que o mundo é feito apenas de grandes feitos e efeitos? Em sua grande maioria, isso bem que é verdade, mas em meio a quantidade absurda de games e publicidade exacerbada, temos grandes maravilhas independentes, das quais, hoje eu gostaria de apresentá-las para todos que "ainda leem" esse blog (sim eu voltei, aguardem notícias quentes e picantes).


Trailer do documentário: http://youtu.be/GhaT78i1x2M
 Quando falamos de jogos independentes não podemos deixar de citar trabalhos como: Braid, Limbo, Super Meat Boy, Fez, Minecraft e Wold of Goo. Os jogos Indie são considerados uma parcela pequena de games, não patrocinado por grandes investidores (isso no início da produção), a partir, do momento em que esses poucos "joguinhos" ganham força no mercado, uma quantidade absurda de investidores começa a brotar aos tubos, de certa forma, essa é uma maneira incentivadora e que faz com que cada vez mais os investidores descubram Hits de sucesso. 
 Todo esse movimento independente se consolidou na era dos PCs, praticamente todos os jogos desenvolvidos eram feitos para rodar em Pc. Atualmente temos todo um universo de games alternativos nas maiores plataformas do mercado (Xbox, Ps3 e Wii), logo mais na plataforma do Ouya, falaremos mais sobre ele em outra ocasião, mas se desejar buscar mais informações agora, clique aqui http://bit.ly/Pvnkkt).
 A facilidade na compra e a grande variedade de produtos, propiciou a evolução do universo Indie. 
Quem disse que em uma reunião de amigos sua namorada não pode pegar o controle do seu Xbox, Ps3 ou Wii e jogar um jogo inteligente, sem que você se sinta envergonhado por ela? 
Teaser do game: http://youtu.be/cw9RbGEKJq0
 Para ilustrar essa fala, tomei como base a referência do documentário Indie Game - The Movie, nele vemos a batalha dos produtores de Super Meat Boy e Fez. Juntos nas telinhas, eles enfrentam problemas técnicos, jurídicos e burocráticos cada um em seu propósito, mas todos em busca de um único objetivo: entreter e unir as pessoas. 
 Sem sombra de dúvida o fazem muito bem, jogos simples, com sonoridade que agrada todos os gostos e jogabilidade inovadora, simplesmente espetacular. Além é claro, de serem hiper fofos e fazerem as mulheres dobrarem a cabeça ao som de "Oin". 

 Ouço muitas pessoas comentarem que essa nova era de consoles limita a troca de interatividade entre as pessoas, mas esse é apenas um argumento irrelevante de pessoas que precisam a todo instante enfatizar o motivo pelo qual preferem jogar video game online em sua cama, tomando refrigerante e usando um Headset. O fato é que, existem jogos de interatividade individual que pode reunir seus amigos em uma saga épica. Não necessariamente você precisa ter um controle em sua mão, o ato de estar ao lado em uma reunião (chamemos de grupal) já o faz parte daquela interatividade, cabe a todos entender que entretenimento não é algo fechado, assim ou assado.
  Em Super Meat Boy vemos um jogo single player com enigmas e desafios complexos, dos quais, envolvem até quem está passando na frente da Tv, para o jogador o objetivo é conquistar a fase. É realmente um jogo para jogar e ver (não tem preço rir do seu coleguinha e suas tentativas frustradas de conquista, risada do mal).
 Jovem, velho, amigo inimigo qualquer pessoa pode jogar só depende de sua disposição, essa é a ideia dos jogos Indie. Além de promover grandes desenvolvedores, em um mundo de capitalismo selvagem e competição exacerbada.
 Se esse universo independente é capaz de trazer novos jogadores e um entretenimento variado, então que o mundo seja dominado pela Steam, Psn, Xbox live e Wiiware. Que todos sejamos consumistas malucos, viciados e apaixonados essa é uma forma de agradecer aos deuses desenvolvedores por todo o trabalho prestado e pela graça alcançada. 
 Rezemos a Santo Expedito e que em breve todas as burocracias sejam abolidas. Assim nós brasileiros, talvez tenhamos a oportunidade de ver esse mercado nu e, quem sabe pagar R$60 reais por um jogo qualquer, sem distinção por raça ou credo apenas R$60 reais.


Até breve, fui abrir portinha!

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