Viver é uma arte!

Tem coisas na vida que só aprendemos vivendo, sofrendo, sorrindo e chorando.
A primeira questão que quero abordar, é que o verdadeiro amor. Que nunca acaba, nunca sai de dentro de você. E não estou falando de desejo, ou paixão sexual. Se existe apenas isso, então, não é amor. Segundo um amigo, o amor não existe. É talvez ele esteja certo, na terra dele.
Para mim o amor é o conjunto de sentimentos; alegria, tristeza, cumplicidade, fidelidade, amizade, manias e diferenças. Essa é minha visão do amor, mas sou uma formiga então para ele não conto!
Deixar de amar, nada mais é, do que deixar de existir cada um desses sentimentos. As vezes acontece por não saber entender, ouvir e respeitar o outro individuo.

A segunda questão é, que pode não ser amor. E sim uma obsessão para ter algo, que na verdade nunca te fará feliz. A única pessoa capaz de te fazer feliz é você mesmo. Quando encontramos alguém não é para ele ser VOCÊ, e sim, para fazer parte de sua vida ajudando a descobrir o que existe de melhor dentro de cada um de nós.
A terceira e última questão, é o sacrefício. Qualquer sacrefício que envolva sua felicidade só fará a diferença se for feito mutuamente. Se isso não existir, se existir brigas, então é sinal de que obsessão reina em sua vida. E como diz um outro amigo, é amor de Pi$#@.

Resolvi comentar sobre isso, para desabafar sobre o que sinto.
Quando não podemos fazer parte da vida de alguém, aprendemos a viver sozinhos. Não me importo de não fazer parte da vida de ninguém. A única coisa que quero nesse exato momento, e fazer parte de mim mesma, ainda sinto que não consigo me amar por completo.
Então talvez nunca consiga amar alguém por completo, e por consequência talvez tudo isso seja uma obsessão.
Ainda faltam alguns sentimento dentro de mim, por esse motivo vou continuar tentando melhor cada milimetro do que sou e um dia se tiver que ser, será!

Comentários

  1. Quem não se ama não pode amar ninguém. Ponto.
    Tem gente que não se ama mas na verdade ele ama algo que queria ser e não o que é de fato. É o caso do vaidoso invejoso.
    Quando falo de se amar, é de se conhecer mesmo.
    De saber viver só. De saber os proprios limites e não ter medo de mentir para si mesmo.
    Quanto a amar outra pessoa eu acho que talvez o problema seja o fato de darmos nomes ao sentimento.
    O nome pode tanto aumentar como reduzir o que sentimos. Também acho complicado dar nomes a sentimentos que desenvolvemos com relação ao próximo.
    Se é amor, se é outra coisa..acho que o fica mesmo são as ações.
    Pri, boa terça procê!!!

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  2. Sem dúvida as ações contam mais do que qualquer coisa. Os momentos bons sempre ficam.

    A minha terça não foi lá essas coisas, mas tamo junto!

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